quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Nuvens ao fundo...


Meia tarde num belo e soalheiro dia primaveril, que na época do ano em que estamos (Inverno), se fosse após uma boa temporada de chuva seria abençoado (BOM), assim foi apenas mais um dia agradável, que após diversos outros equivalentes e consecutivos se pode, como de resto já se está a tornar nefasto (MAU) _ salve-se as nuvens ao fundo, como pronúncio de chuva, na planície já ressequida! VB

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Emergir do nevoeiro...


... qual Dom Sebastião!

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Sem qualquer dever de leitura e de respectiva reacção ao que se segue, até porque, apesar de tudo e salva a imodéstia da minha parte, é necessário gostar-se de ler, ter-se genérica disponibilidade para tal e/ou ainda ter um mínimo de curiosidade a respeito do que eu posso dar positivamente de mim, no caso concreto ao nível escrito, para, inclusive nesta era do Twitter, se ler o relativamente longo texto que se segue, que como tal da minha própria perspectiva e à minha medida até diria que é uma espécie de mini tratado psico-filosófico, no qual:

Hoje tenho uma, múltipla, confissão a fazer-vos!

Como algo que, desde já, confessamente remete para toda a minha história de vida pessoal, que tendo muito pouco interesse prático e objectivo, tem no entanto, até por isso, proporcionalmente equitativo interesse interpretativo e subjectivo, mas cuja global descrição, em qualquer caso, não cabe no presente contexto. Inclusive porque todas as incontáveis páginas que escrevi até hoje, por inerência da minha própria vida e/ou da minha visão da própria vida enquanto tal, são apenas mera e intermédia parte dum meu processo de auto-gestão pessoal/existencial próprio, cuja respectiva conclusão, também escrita, eventualmente só coincidirá com o derradeiro cessar da minha própria vida _ que como tal espero esteja significativamente longe! Inclusive, tão só com base na temática que aqui me está a trazer de momento e que vou desenvolver de seguida, escrevi nos últimos dias cerca de duas dezenas de paginas, na circunstancia, auto-gestionadamente de mim para mim mesmo. Mas também sequência esta, em que quanto a escrever neste blogue, a partir do presente momento e após o seguinte (longo) texto, de que as presentes linhas são mera introdução, de resto e salvo incontornável motivo de excepção(!), a exemplo da directa descrição duma foto documental, vou passar a procurar não irem termos escritos, além dos títulos e das legendas das próprias fotos, tal como exposto prioritariamente acima. E agora para precisamente no presente momento e contexto, não me alongar muito mais com, tão só, esta mera introdução, passemos ao que verdadeiramente importa, que é:

Esta partilha, não necessariamente pelo seu conteúdo fotográfico, mas sim e acima de tudo pela sua ordem de publicação, está directamente inspirada por um comentário da Ana Freire, _ artandkits.blogspot.com _, a uma das minhas anteriores partilhas: _ "Sardinhas! No fim de ano..." , cujo comentário da Ana não vou transcrever agora para aqui porque o mesmo valendo em absoluto por si só, no entanto também é culminar paradigma de toda uma restante sequência de positivamente simpáticos e elogiosos comentários por parte de toda/os e cada um/a de vós que, desde sempre..., se prestam a, para mim, grata e honrosamente comentar as partilhas que, de prioritária base fotográfica, aqui faço

Anterior sequência cujo após eu já ter referido e reiterado noutras partilhas, sob esta forma escrita, alguma minha cíclica indisponibilidade para a fotografia, com relação ao que poderia expor aqui uma série de causas, no entanto vou-me limitar a expor uma só dessas causas, que mesmo sendo uma causa residual de entre as demais, também é mais importante para o presente contexto, pois que a mesma deriva precisamente das vossas simpáticas e positivamente elogiosas considerações, com relação às partilhas fotográficas que aqui faço, adicionadas estas de texto escrito ou não.

Claro que dito, tão só, como imediatamente atrás pode parecer e/ou mesmo ser um contra-senso. Salvo se eu confessamente disser que esta minha existência virtual, enquanto de expressiva base fotográfica, escrita ou mista de entre fotografia e escrita, no meu pessoal caso concreto está derivada dum meu velho, longo, contínuo e no limite maniqueísta conflito interno, do qual faço a respectiva auto-gestão desde há mais de três décadas. Já agora conflito interno de base existencial geral, não vá-a confundir-se com conflito interno de mera base sexual, pois que não sei até que ponto por qualquer eventual obsessão sexual e/ou pobreza mental-cultural, ao falar-se em conflito interno, ao menos por minha experiência própria, tenho constatado alguma recorrente interpretação externa de (meu) conflito interno como de mera base sexual, quando precisamente o nível sexual, com as suas universais subtilezas, é um dos factores vitais/existenciais em que jamais tive identitária dúvida, porque naturalmente assim sempre foi e é, por tanto se há nível em que, salve-se, não tive ou tenho conflito interno próprio é (também) ao nível da minha identidade sexual. Mas voltando ao e para com o que aqui mais importa, como designadamente seja, que de entre diversos motivos e razões da minha parte, do meio envolvente a mim e/ou ainda de entre mim e o meio envolvente, para com esse meu dito de existencial conflito interno próprio, esteve por exemplo logo a partir da minha idade infantil-juvenil, com implacável agudização na adolescência e cristalização na idade adulta, eu me ter a auto assumido a mim mesmo pela negativa ou pelo menos como positivamente inócuo, não necessária ou absolutamente por eu andar a prejudicar o que ou quem mais quer que fosse ou seja, mas sim e desde logo por não me conseguir beneficiar positivamente sequer a mim mesmo quanto mais ao que ou quem quer que fosse externo a mim. Ainda que também, natural e pró positivamente, não conformado com isso, por um lado e para por si só auto controlar o mais possível qualquer potencialidade negativa inerente de mim para mim mesmo ou de mim para com o exterior, passei à cautela a auto abstrair-me prática, interactiva e funcionalmente de mim próprio(...); cujo por outro lado, em si mesmo por respectiva e substituta alternativa ao anterior passei em parte a submeter-me às legitimas circunstancias subjacentes à minha mais básica e imediata necessidade de subsistência orgânica e mas também por outra respectiva parte, até acima de tudo, passei tanto quanto literalmente possível a procurar identificar e seguir tudo o que fossem e sejam positivas referências pessoais, humanas, vitais e universais externas a mim, no caso como se de mim mesmo se tratassem, até porque neste último caso enquanto sendo eu a identificar e a procurar seguir essas positivas referências externas a mim, a sua respectiva positividade não deixava de alguma forma ser também e ao menos inter-identificadamente minha _ a concreto e, para o caso, oportuno exemplo de quem eu mesmo sigo nesta dimensão virtual, sem natural prejuízo de muitas outras pessoas humanas positivamente excelentes, cuja existência eu desconheço objectivamente em absoluto ou então que (ainda) não sigo aqui virtualmente, tudo ainda independente de quem eu sigo virtualmente me seguir a mim ou não.

Sendo que tão só pelo anterior e em si mesmo longo paragrafo se pode minimamente imaginar, por exemplo da perspectiva filosófica, o que se pode continuar indefinidamente a dizer/escrever ao respeito e na sequência!... Mas no presente momento e para o presente contexto apenas digo que não será muito difícil, senão constatar, pelo menos imaginar o quão por um lado grato e honroso, mas por outro lado e no limite também intimidante para mim, é ter a positiva apreciação das minhas fotos e/ou dalguma da minha escrita, por parte daquela/es, que de entre vós eu mesmo positivamente admiro e sigo; em especial quando o melhor de mim e/ou das minhas expressões, escrita e fotográfica, como melhor das hipóteses estar derivado de entre os antagónicos pólos do meu longo e velho conflito interno comigo mesmo, desde logo enquanto conflito, no limite maniqueísta, de entre ter-me auto assumido a mim mesmo pela negativa ou como positivamente inócuo, ao mesmo tempo que procurando identificar e seguir como pró cultural prática própria, os mais positivos exemplos externos a mim.

O que no seu global e para aqui resumido conjunto, tão só derivado do por mim escrito/confessado até ao momento, não menos confessamente, tenha também  chegado a levar a que eu receasse deixar-me deslumbrar com os vossos, por si só, positivamente simpáticos e/ou elogiosos comentários face ao resultado da minha expressão fotográfica e/ou escrita própria, que como tal e por outro lado, vossos mesmos comentários resultam também para mim muito e até tão mais gratamente honrosos quanto ao virem da parte de pessoas que eu mesmo positivamente admiro, por via da vossa respectiva existência virtual, ainda que também por isso, se chegou a adicionar algum meu respectivo receio de vos desiludir e com isso desiludir-me a mim mesmo!

Mas dado que precisamente faço auto-gestão pessoal e existencial própria desde há muito (décadas), tanto mais ainda assim se em directa sequência dum, no limite, maniqueísta conflito interno, acabei por já encontrar uma positiva ressalva para os meus receios anteriormente citados ou outros aplicáveis ao contexto, enquanto receios muito básicos que por esta, já significativamente avançada, altura da minha vida e respectiva idade adulta, não deviam fazer sentido, salvo pelo facto de que entretanto perdi o habito da interacção pessoal e social, com o melhor e pior inerente; pelo que ao estar a retomar essa interacção ou pelo menos a abrir uma excepção à mesma aqui na dimensão virtual, como tal e também já em plena vida adulta, inclusive com anos (décadas) de auto-gestão pessoal e existencial própria, o esteja também a fazer com toda esta autoconsciência pessoal e existencial própria, com eventual extensão ao exterior; cujo ao expô-la como tal, seja tão potencial motivo de positiva ou pelo menos curiosa utilidade de mim face ao e para com o exterior, quanto se acaso para eu poder ter de pedir perdão ao exterior, a toda/os e cada um/a de vós que leiam o presente até aqui, por como e enquanto tal vos estar a introduzir na minha conflituosa dimensão existencial, interna, própria.  

E mas, precisamente a quem acaso se prestou a chegar até aqui na leitura de tudo o exposto, como tal estando já minimamente introduzida/o na minha conflituosa dimensão existencial própria, inclusive com esta última como meu respectivo e  cimentado/crónico defeito existencial próprio; a partir de que permita-se-me então ou até como pró positiva/atenuante compensação face a tudo o efectivo ou potencial pior inerente, permito-me eu mesmo acrescentar que até enquanto estando eu precisamente habituado a mesmo dito de, no limite, maniqueísta conflito interno, se for o caso confrontarei pró positivamente qualquer meu possível deslumbre e/ou ainda qualquer minha eventual desilusão derivada desse deslumbre, acima de tudo se em sequência das vossas gratamente elogiosas ou se acaso também criticamente positivas reacções às minhas partilhas aqui. Até porque da minha parte e em ultima instância tenho sempre o por e para mim reconhecido refugio na minha negativa ou pelo menos positivamente inócua auto imagem pessoal própria desde globalmente sempre, que como tal sinto pró positiva, vital ou subsistente necessidade de combater por dentro de mim mesmo, num sequencial percurso existencial da minha parte, potencialmente infinito, para o caso ao concreto nível de, no mínimo sanitariamente descompressiva e no máximo vitalmente produtiva, expressão escrita. 

Daí que a começar já na presente partilha, não será o meu antagónico-paradoxal receio das vossas simpáticas, elogiosas, como tal também positivamente incentivantes apreciações em si mesmas e/ou respectivamente gratas e honrosas para mim, acerca das minhas partilhas fotográficas aqui, adicionadas ou não de expressão escrita, que impedirá que eu aqui venha mais vezes e/ou mais amiúde. Até porque para isso já tenho muito/as outro/as motivos e razões, como desde logo e por si só o meu genérico-existencialmente velho e longo conflito interno próprio, no seu todo, que inclusive na sua vertente mais lata e/ou maniqueistamente aguda, costuma monopolizar (quase) todo o meu tempo, as minhas energias, no fundo a minha vida, designadamente deixando-me sem disponibilidade (também) para a fotografia, enquanto com esta como minha expressão mais lúdico-recreativa ou se acaso documental, quando praticável como tal; de entre o que salve-se, mais uma vez e sempre, esta minha expressão escrita que me é inclusive pró vital, sanitária ou subsistentemente indispensável, desde logo como descompressivo escape de entre os antagónicos pólos do meu subjacente conflito interno. A partir de cuja hierárquica prioridade, entre fotografia e escrita, na minha vida vocês já conhecem! 😌

Em suma, se for caso disso comentem desde já simpática, elogiosa ou se acaso também de forma pró positiva ou septicamente crítica, mais esta minha presente partilha pela sua vertente fotográfica, escrita ou mista de entre fotografia e escrita, se naturalmente assim lhes for dado fazê-lo, que não menos naturalmente eu agradecer-vos-ei e continuarei pró positivamente em frente sem receios, ainda que também sem prejuízo de minhas cíclicas presenças e ausências daqui. 

Que já agora ao ter referido vossos hipotéticos comentários pró positiva/septicamente críticos às minhas partilhas aqui, referia-me por exemplo ao que e como, com substantivo-académico conhecimento de causa, faz a minha amiga Céu, _ ausentedoceu.blogspot.com _, em especial com relação à minha forma de escrever, senão no seu todo, pelo menos em alguns dos seus aspectos, o que no caso eu também agradeço muito honrosa e encarecidamente. Que inclusive no relativo à Céu em concreto, que de resto (...também...) já leu Thomas Moore, estou certo e seguro ser necessário muito mais que esta minha lenga, lenga para a deixar de pernas para ar 😊, com o meu pensamento inerente!😔

E assim, minimamente 😫, confessado 😇 eu, vos deixo à vossa respectiva vontade, na circunstancia com relação à minha fotografia e à minha escrita, que a concreto exemplo do conjuntural presente caso, mais uma vez, aqui comparto convosco _ na circunstancia até algo mais cedo do que eu suporia há cerca de meia dúzia de dias atrás _ sendo que por mim mesmo, como sempre, procurarei prosseguir o mais e melhor possível em frente, concretamente aqui neste e para com este meu espaço virtual (blogue) próprio, se tanto quanto possível, a partir de agora, com mais fotografia 📷 e menos escrita 📓!

E já que estando eu em toada confessional própria, confesso ainda que por vezes me esqueço da dificuldade visual da estimada amiga 💝 Elvira, _ sextafeira.blogspot.com _, mas desta vez lembrei-me, como constatável pelo tamanho da letra 📏.

Finalmente, salvo excepcional desenvolvimento, que como tal é inexpectável, mas que a suceder que também seja transversal ou universalmente positivo, de resto e de momento, da minha tão humilde quando sentida parte pessoal, deixo salutares:

Beijos e abraços, segundo a quem correspondam! 😉 

VB

domingo, 6 de janeiro de 2019

Aleatória abstracção...


...de natural derivação arbórea, com raízes na terra e hastes estendidas ao infinito!...

A começar na postagem: "Idades..." e dalgum modo a concluir na imediatamente anterior postagem: "Inicio de ano musical...", ainda que, em dia de Reis, com resumo na presente postagem: "Aleatória abstracção...", todas elas sustentadas por fotos do meu arquivo, complementadas por palavras escritas oportunamente adequadas à quadra, desde logo enquanto impulsionadas por esta última, diria com substantiva propriedade que fui tomado pelo espírito Festivo-Natalício.

Com o anterior, especialmente após contínuos meses de minha ausência daqui, devido a andar com muito pouca disponibilidade para a fotografia, que até por isso tive de recorrer a fotos de arquivo, cuja mais recente, apesar de tudo, é a da presente postagem feita circunstancialmente no passado mês de Novembro. Sendo que a minha disponibilidade prática para a fotografia não depende apenas, nem em grande medida de mim mesmo, salvo na medida em que gosto muito de fotografia e na respectiva medida do possível também gosto de cultivar a sua prática, quando e como posso _ que se bem se recordam, no início da postagem "Idades..." eu aludi "...à livre escolha/arbítrio que temos ou pelo menos julgamos ter... como um assunto por si só...", o que no meu caso é mais motivo para eu escrever do que para fotografar, designadamente aquém e além da minha própria livre e objectiva escolha de entre fotografia e escrita. Mas não temam 😓 pois que de momento não vou aqui desenvolver raciocínio ao respeito 😌😊. Apenas o refiro para de momento dizer que passada a quadra Festiva e a inspiradora força do seu espírito em mim, volto a não saber quando e/ou como aqui regressarei, ainda que no que e como de mim depender, até pelo meu gosto fotográfico e minha respectiva escolha de na medida do possível praticar o mesmo, também o meu regresso aqui será tão literalmente breve e periodicamente assíduo quanto possível.

Sequência de que, sem absoluto prejuízo de eu aqui vir conferir e corresponder a algum eventual comentário à presente postagem, mas que também sem mais renovadas garantias fotográficas no imediato, para já e acima de tudo desejo toda uma excelente segunda semana do ano a toda/os e cada um/a de vós que mais explicita, participativa, positiva e no limite amigavelmente aqui me seguem, sem prejuízo de quem mais indefinidamente de bem seja, onde quer que seja, que no limite sequer tenha acesso à Net quanto mais a este meu humilde espaço virtual próprio.

Boa semana...

VB

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Início de ano musical...

Além de retratar a temática musical, a foto acima, de minha autoria, não tem directamente que ver com o vídeo abaixo.


Num formato televisivo que, com os seus prós e contras, regra geral me agrada pessoalmente, como na circunstancia são os concursos artístico-musicais, a concreto e em certa medida melhor exemplo do "The Voice Portugal".

Cuja última edição, já no passado 2018, foi a meu ver e sentir das mais equilibradas de sempre, no que a qualidade de concorrentes respeita. No caso com esse equilíbrio pela positiva. Pois que, da minha parte, desde as iniciais "provas cegas" que auto elegi uma série de concorrentes, femininos e masculinos, como potenciais finalistas e/ou mesmo vencedora/es, numa conjuntura de entre qualidade e quantidade dos concorrentes por mim eleitos, que logo à partida foi mais abrangente que em qualquer outra edição _ confessando eu que, na medida do possível, sigo o formato desde a sua primeira edição. A partir de que para não me alongar ao respeito, diria tão só que a vencedora Marvi estava de entre a/os por mim eleita/os logo à partida, onde ainda se incluía a outra finalista absoluta Diana Castro, pelo que duma ou doutra forma, segundo eu foi feita justiça a estas duas em concreto, sem absoluto prejuízo para os três restantes finalistas. Isto de entre cerca de meia dúzia doutra/os concorrentes, a meu ver, potenciais finalistas/vencedores, cujo algum/a sequer passou as "provas cegas" e os restantes foram ficando gradualmente pelo caminho, nas diversas fases do concurso, antes da final. Onde nestes últimos se incluiu o concreto exemplo da Elsa Frias, que foi para mim um muito positivamente destacado exemplo por si só e de entre os restantes, desde o início, porque a começar na "prova cega" partilhada acima, à Elsa jamais lhe escutei uma interpretação que não fosse técnica, vocal e salvo a redundância por si só interpretativamente perfeita _ na medida em que caiba o desígnio de perfeição nestas coisas, tanto mais ou menos se por minha própria apreciação. 

Tudo isto para, de qualquer modo e mesmo que não com uma mítica figura da música, mas desde logo e ao menos com uma voz com potencialidades míticas, em todo o caso começar 2019 de forma musical!

Viva a música 🎼

VB

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

sábado, 22 de dezembro de 2018

Idade's...


...cabem múltiplas e diversas gerações humanas na vida duma árvore (oliveira), cujo crescimento desta última é lento e a respectiva vida pode alcançar uma idade centenária ou mesmo milenar! VB

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Obs: O que se segue é um meu auto compromisso, de entre versões mais sucintas e mais extensas, do que e como exposto!

Gosto, muito, de fotografia.

Se depende-se simplesmente de mim, dentro da margem de livre arbítrio/escolha que naturalmente temos ou pelo menos julgamos ter _ que é um assunto em si mesmo _, tendo por respectiva base alguns meus princípios existenciais, que nada tinha que ver com prática ou sequer com objectiva consciência fotográfica, mas que dalgum modo não deixaram de incluir observação fotográfica, da minha correspondente parte pessoal escolhia a fotografia e/ou as artes visuais modo geral como prioridade na e para a minha vida; ao menos como exclusão de partes, face a uma múltipla possibilidade de escolha, com relação à que em parte ou não tive qualquer oportunidade ou acima de tudo para a que não tive natural vocação/faculdade própria, ainda que em muitos casos sejam possibilidades que à partida me agradam, como por genérico exemplo, qualquer actividade que envolva criatividade e/ou isolamento produtivo, onde por exemplo se encaixa a presente expressão escrita que se me impôs por si só, com alternativa em actividades colectivista que envolvam um genuíno e natural espírito de corpo e/ou de missão para o que cada individuo dá o melhor de si com relação ao conjunto e respectivamente a cada um dos restantes indivíduos, desde logo por naturalmente genuína motivação própria de cada qual, aquém e além das mais ou menos indispensáveis hierarquias sociais ou de grupo inerentes, a mero e mas não necessariamente exclusivo titulo de exemplo dos colectivistas desportos de equipa, mais publicamente reconhecidos.

Mas desde logo e tão só de entre as duas formas de expressão (escrita e fotográfica) como origem e base de sustentação desta minha existência virtual, diria e digo que a escrita me escolheu a mim e que eu escolhi a fotografia. Cujo, apesar das duras penas/exigências que de origem me trouxeram à expressão escrita, tendo a primordial paixão e/ou dor existencial, em associação ou dissociação a vivências factores concretos do comum dia-a-dia e/ou a uma qualquer vivência de excepção, como grande fundamento base, acaba no entanto esta última (escrita) por me sair natural e espontaneamente, por sua circunstancial/providencial imposição própria, na minha vida; enquanto a lúdico-recreativa expressão fotográfica, cuja respectiva prática eu escolhi, tendo como fundamento base a hipnótica atracção que uma boa foto exerceu em mim desde sempre, no entanto a minha própria prática fotográfica exige-me recorrente esforço material, técnico, físico, anímico, sensorial ou existencial geral _ se acaso, logo aqui, de entre a escrita que me escolheu e se me impôs acima de quase tudo o mais e a fotografia que eu escolhi e mas que está remetida a uma dimensão subalterna desde logo face à escrita, acabe colocando em causa a minha margem de livre arbítrio/escolha próprio/a inerente(!) _ tudo sem prejuízo de em diversos casos, circunstancias e contextos, as duas expressões, escrita e fotográfica, poderem ou deverem ser complementaremente compatíveis de entre si.

Que aprofundando um pouco mais, no relativo à escrita diria que contra todas as expectativas de partida, até então, comecei a escrever acto espontâneo numa determinada sequência que é uma história em si mesma, já em minha plena idade adulta, à altura (1995) para tão só necessitar sobreviver mais um (in)constante e (im)permanente presente momento, sequência de que entretanto a escrita se cimentou como uma pró vital, sanitária ou subsistente necessidade em mim e na minha vida, da qual (já) não posso, nem quero escapar, dentro do meu próprio género, estilo e/ou nível de escrita. Em suma se não posso escrever sem sobreviver, o facto é que desde há já mais de duas continuas décadas a esta parte que também deixou de me fazer sentido sobreviver sem escrever. Enquanto no relativo à fotografia, com múltiplas contrariedades pelo meio, esta começou-se-me a impor mais objectivamente, como uma curiosidade técnico-artística, a partir da minha adolescência, mas com subjectiva extensão à minha mais remota infância pré-escolar, em que neste último caso eu me deixava hipnotizar/extasiar pelas imagens fotográficas contidas numas revistas de moda que a minha mãe (costureira) possuía e que com sua maternal autorização eu (re)folheava cuidadosa e mas também insistentemente, a ponto de, no que também conforma uma história em si mesma, me chegar a fazer confundir com aquelas imagens, sentindo-me parte integrante das mesmas e/ou imaginando que a vida era ou estava (toda) contida nas belas imagens humanas e/ou paisagísticas, fotograficamente, contidas naquelas revistas _ à altura (ainda...) tudo dentro do docemente doméstico-sereno e maternal-feminino contexto em que eu infantil folheava aquelas revistas. Com este último, designado de doce contexto doméstico-sereno e maternal-feminino, a incluir ainda as vizinhas, amigas e/ou clientes da minha mãe, tendo-me a mim como infantil do género masculino, que vim gradualmente a descobrir a partir de então estar tudo enquadrado num muito mais vasto contexto, não raras vezes e em não raros casos, agressivo ou violentamente machisto-parternalista. Enfim toda uma história de também, não raro, contorcida/os causas, efeitos e consequências que da minha unilateral parte passou a ter mais interesse interpretativo e subjectivo do que prático e objectivo, desde logo quando sem abdicar em absoluto da minha própria masculinidade, no entanto, até por isso, à (minha) masculina cautela própria, dentro dum mais vasto contexto masculino que me servia de referencial modelo e mas não me agradava sob e sobre diversos aspectos, por si só e/ou face ao complementar género feminino, como por genérico exemplo ao auto considerar-se o género masculino total e incondicionalmente superior ao género feminino, ainda que mais das vezes à brutal, boçal ou meramente ridícula base da desproporcionada ou despropositada razão da força e não da razoável ou objectiva força da razão; (também) na respectiva sequência eu me ter auto remetido para uma dimensão existencial própria muito mais pró monástica e eremiticamente reflexiva/contemplativa do que interpessoal e socialmente prática/funcional; o que (ainda) em associação a toda uma vastamente acrescida multiplicidades doutros factores existenciais, ao menos até ao momento, terminou com correspondente e resumida escorrência nesta minha expressão escrita que como tal se me impôs circunstancial/providencialmente por si só, sobre (quase) tudo o mais, incluindo sobre a expressão fotográfica que eu mesmo escolhi. De entre o que, mesmo com base em princípios muito distintos, existe no entanto uma coincidência entre a minha prática escrita e a minha prática fotográfica, que passa pelo facto de eu ter iniciado ambas (já) em minha plena idade adulta; mas, dependente ou independente do anterior, também inclui uma das grandes dissidências de entre mesma respectiva prática escrita e fotográfica, da minha parte, que é o facto de após eu dar espontâneo inicio à prática escrita por circunstancial/providencial auto imposição desta na minha vida, na respectiva base e sequência em que original e globalmente tal sucedeu, essa mesma prática tornou-se-me (quase) continuamente ininterrupta ao longo das já mais de duas últimas décadas consecutivas a esta parte; enquanto a minha lúdico-recreativa prática fotográfica tem incluído recorrentes interregnos de entre o seu início e o presente momento, cujo maior desses interregnos chegou a ultrapassar a meia década consecutiva (2004/2012), após me ter também iniciado nesta última em meados dos anos 1990's, por minha livre escolha.

De qualquer modo tenho na escrita e na fotografia duas formas de expressão que auto considero altamente positivas e edificantes na e para a minha vida, ainda que eu não (sobre)viva da escrita nem da fotografia, em qualquer dos casos até bem longe disso. Pelo que designadamente tenho de (ainda) praticar actividades laborais/profissionais de subsistência básica e imediata, que por minha normativa (de)formação pessoal, sociocultural e existencial própria, estas últimas actividades tendo ou não que ver com a minha natureza própria, o que nada têm tido que ver é com a escrita que me escolheu a mim, nem com a fotografia que eu mesmo escolhi. Como seja que se de base não posso praticar qualquer actividade, como por si só escrever e/ou fotografar, sem (sobre)viver, o facto é que tão pouco (já) posso (sobre)viver sem escrever, mesmo que não (sobre)viva da escrita; mas, no que ou como de mim depender, também não quero abdicar da fotografia, ainda que tão pouco (sobre)viva desta última; de entre o que mais ou menos óbvio é que a fotografia está uns escalões abaixo na hierarquia de prioridades da minha vida, desde logo face a actividades laborais/profissionais de subsistência básica e imediata que nada têm que ver com escrita ou com fotografia, mesmo que seja a partir daí que escrevo, para por seu turno continuar a necessitar sobreviver e só então também lúdico-recreativamente fotografo, quando possível. De entre o que, em reiterado resumo, a prática fotográfica que eu escolhi acaba por estar numa subalterna posição de mera actividade lúdico-recreativa para quando não tenho (muito) mais o que fazer e/ou com o que maiormente me preocupar _ sendo que ter menos o que fazer, nem sempre nem por vezes de todo, necessariamente implica ter menos com o que se (me) preocupar, se acaso até bem pelo contrário(!), desde logo no actual estágio da minha vida, que não vou descrever, mas que resumidamente está, pelo melhor ou pior, entre o que foi, mas que ao menos em significativa parte não voltará a ser e o que diversa ou inversamente é ou está para vir a ser, que como tal eu gostaria fosse essencialmente pelo meu melhor próprio e para com o melhor evolvente; ainda que face à própria e básica ambiguidade da vida, será sempre, no mínimo e/ou no limite, de entre o melhor (bem) e o pior (mal) vital/existencial da minha parte e/ou da parte do meio envolvente, face ao que há que constantemente encontrar equilíbrios e/ou construir coerentes pontos de encontro, em qualquer dos casos pela positiva, designadamente ao paradigmático e extremado estilo da corrente eléctrica que de entre um pólo positivo e outro negativo, quando conjugados da devida forma, dão origem à Luz eléctrica; de qualquer modo, até por tudo o anterior, da minha parte e com base nas já mais de duas últimas décadas consecutivas em que tal acontece, diria que tenho sempre de pró vital, sanitária ou subsistentemente escrever, se eventual acaso e no limite com recorrente sacrifício de horas ou até noites inteiras de sono, como desde logo ao início do meu processo de escrita e durante consecutivos anos de desenvolvimento do mesmo, em especial quando entre dias de exigentes actividades laborais/profissionais de básica e imediata subsistência que nada têm que ver com escrita ou com fotografia, enquanto actividades laborais/profissionais de subsistência básica e imediata estas últimas, a que quando e enquanto no exercício das mesmas eu jamais faltei a um só dia de trabalho por designadamente ter de entre meio perdido ou se quando acaso continuar indefinidamente a perder recorrentes horas ou noites inteiras de sono, para no caso concreto e acima de tudo poder escrever o que não pode deixar de ser. Aliás se eu não perde-se horas e noites inteiras de sono é que não poderia mesmo  ir trabalhar de todo ou pelo menos com um mínimo indispensável de disponibilidade interior. Com isto revelando minimamente o peso da escrita por si só e/ou face à fotografia na minha vida, em que por exemplo perder horas de sono em nome da fotografia só se for por minha pontual e livre opção de fazer e/ou editar alguma/s foto/s à noite. Global contexto que, com extensão a outras fases da minha vida, incluindo ou excluindo outros múltiplos afazeres, aquém e além de escrever ou de fotografar, tem na circunstancia e mais uma vez, a concreto exemplo dos últimos meses, jogado em desfavor da minha prática fotográfica, com esta última como fundamental para a sustentação deste blogue de minha prioritária exposição fotográfica própria. Algo de que não me lamento nem me regozijo, simplesmente aceito como tal, o que na sequência justifica por si só e ao menos em significativa parte a minha respectiva ausência de (já) meses consecutivos daqui.

Tudo o anterior para, com pretexto na fase festiva que se avizinha, sem de entre meio deixar de justificar o melhor possível a minha já longa ausência de respectivos últimos meses daqui, no entanto e de momento dizer que venho aqui, acima de tudo, desejar Boas Festas, em especial a quem também aqui me tem acompanhado de forma mais explicita, participativa, positiva, interactiva, amigável e/ou honrosa. Para o que na circunstancia, a abrir a presente postagem deste blogue que se quer de essencial/prioritária exposição fotográfica, na circunstancia tive de recorrer a uma foto e sua respectiva legenda que, tal como expostas no topo, estavam editadas e guardadas nos rascunhos aqui do blogue desde há também meses a esta parte. Sendo que não partilhei a foto em causa e sua correspondente legenda mais cedo porque entretanto deixei de, também, ter suficiente disponibilidade interpessoal e social, inclusive com relação a toda/os e cada um/a de vós que conformam a minha comunidade social virtual aqui no blogger _ dalgum resumido modo tendo-me (re)aprofundadamente auto remetido e/ou contextualmente visto remetido para uma minha já referida dimensão existencial própria muito mais pró monástica e eremiticamente reflexiva/contemplativa do que interpessoal e socialmente prática/funcional, que como tal e ao menos numa primeira fase me leva mais à expressão escrita do que à expressão fotográfica _, respectiva sequência em que também não partilho agora uma nova foto, recentemente feita, porque entretanto, salvo algumas circunstanciais e muito pontuais fotos familiares, de resto não fiz nem editei novas fotos em absoluto e/ou pelo menos exponíveis aqui, segundo o meu próprio critério. Pelo que se também não fossem toda/os e cada um/a de vós que aqui me têm acompanhado mais de perto e até enquanto tal a quem eu (já) sentia dever uma mínima palavra, tanto mais se no momento presente que se quer de partilha, de resto, quiçá ou mesmo seguramente, não fosse ainda agora que eu partilharia a foto e sua correspondente legenda tal como expostas no topo, para com o que o presente escrito é meu mero e mas também já longo complemento pessoal.

Pelo que, apesar de e/ou até por tudo, esperando que com a maior consideração e sabendo que com a maior sinceridade, mesmo que com extensiva abertura ao público em geral, mas com especial e objectiva dedicação a toda/os e cada um/a de vós que, ao menos até ao momento, aqui me têm acompanhado mais explicita/participativamente de perto, até uma respectiva futura e renovada oportunidade fotográfica da minha parte, ainda algo inexpectável e mas que eu gostaria fosse breve, de momento desejo:

 Feliz Natal ✨ e excelente Novo Ano de 2019 🎆

VB