segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Entrecruzar factores

Originalmente criei este blog com o essencial e se tanto quanto possível até exclusivo propósito de partilha fotográfica, mas parece que como no presente caso me vejo cada vez mais a utilizar aqui a fotografia como mero e se acaso residual suporte de partilhas essencialmente escritas. De resto tinha esta postagem preparada desde ontem (07/01), mas hesitei partilhá-la devido a mais uma vez estar a partilhar mais texto que fotografia. Ainda que se a evolução tem de ser essa, pois que seja!

De resto sei que o que se segue, da perspectiva escrita, é significativamente extenso. Mas se vos disser que salvo a presente introdução e ainda o primeiro parágrafo após as fotos, tudo o mais escrevi-o num só fôlego, imediatamente após acordar, antes mesmo de cumprir qualquer higiénico ou alimentício ritual matinal e que na posterior auto revisão que lhe fiz, de entre complementares acréscimos e razoáveis subtracções, no global balanço final redundou em lhe ter reduzido extensivamente cerca duma página; respectivamente só posso esperar que o mesmo valha também por isso! 

   Numa excepcional sexta-feira de chuva, quando a chuva devia ser a norma da época!

Num subsequentemente normal Sábado de sol, quando o sol devia ser a excepção da época!

O equídeo presente na imediata foto acima, nesta época do ano devia andar a comer erva fresca, no entanto, qual Verão em pleno Janeiro, anda a comer pasto seco do passado ano. Enquanto a erva verde mal começa agora, muito tardia e levemente, a despontar, sendo que se por exemplo à imagem do passado ano, mesmo que tardiamente, não chover como mínimo algo pontualmente mais do que tem chovido até ao momento, dita erva não chegará a crescer muito mais. O mesmo se aplicando às agrícolas culturas humanas directamente dependentes do clima. Além de que, por acrescido exemplo, no canto inferior direito da foto e nas costas do equídeo existe um regato/barranco(*) _ curso de água natural _ que histórica norma geral, por esta altura do ano costumava levar já dois ou três meses de natural água corrente, não raro com ainda historicamente substantivas e recorrentes cheias de parede a parede, de entre meio; o que inclusive na época actual, que eu designo de geracional época do ar condicionado e/ou ainda por si só do tempo quente e seco, logo para quem ditas históricas cheias seriam motivo digno de no limite até actualmente espampanantes reportagens mediático-televisivas; mas entretanto e como tal até ironicamente isso de naturais (re)correntes cheias hídricas derivadas do historicamente natural clima chuvoso não só se tornou cada vez mais raro, quanto num respectivamente normativo crescendo anti-natural dos últimos anos, por estas latitudinais bandas nacionais e globais, também mais este presente ano e inclusive em crescente agravante, mesmo dito regato/barranco está literalmente seco em pleno invernoso Janeiro. A partir do que:

Não é necessário ser-se muito inteligente, nem ler grandes pareceres e/ou enciclopédias técnico-cientifico/as. Que inclusive, sem falsas modéstias, eu mesmo não me tenho por muito inteligente, desde logo a diversos constatáveis níveis práticos estou mesmo abaixo da média, incluindo que jamais li qualquer parecer e menos enciclopédia/s técnico-cientifico/as. No entanto, apesar de tudo isso tão pouco deixo de estar vivo e respectivamente com um mínimo de atenção ao que se diz e não diz, além e acima de tudo atento à vertente prática daquilo que em mim, no meio envolvente a mim e/ou de entre mim e este último me suscita a mais natural atenção e sensibilidade própria.

Pelo que de entre o que mais científica ou leigamente se diz e não se diz ao nível envolvente, em associação ou dissociação à minha experiência e perspectiva própria, por um lado constato algumas, relativamente poucas pessoas com um mínimo de preocupação e menos pessoas ainda com a devida preocupação, no caso concreto, face às alterações climáticas Globais. Dalgum modo, como é vasta norma na humanidade, ao menos enquanto as coisas não nos tocam directa e pior se dramática ou fatalmente, de resto e ao menos ao nível mental: “isso é sempre algo que tem que ver com os outros, em suma que não (me) nos diz respeito”. E que assim, incluindo ou excluindo os pareceres científicos, essencialmente veiculados via comunicação social, que neste último caso e mais justificada ou injustificadamente tanto veicula o verso quanto o seu inverso, pelo que acima de tudo incluindo as próprias das alterações climáticas que contínua e crescentemente se fazem sentir na prática mais constatável por todos e por cada qual; no entanto chegamos a um nível mental humano de base essencialmente materialista, imediatista, pragmatista e em suma cega para tudo o que não nos toca directa, dramática ou fatalmente, que ao menos enquanto houver água a correr nas torneiras; as hortaliças, as leguminosas e as cerealíferas em geral não faltarem no mercado/praça; a respectiva carne não faltar no talho e o peixe na peixaria, etc., nem e em resumo final faltar o mínimo dinheiro na carteira, independente da sua proveniência, para aceder a todos os bens subsistentemente indispensáveis referidos atrás, isso das alterações climáticas importa um pepino, como seja muito pouco ou mesmo absolutamente nada, para muita e mais comum ou incomum boa gente

Que falando por mim: nasci, cresci e semi-circunstancial ou opcionalmente ainda vivo ou pelo menos subsisto em meio rural. E durante as primeiras duas décadas a duas décadas e meia, as estações do ano (Primavera, Verão, Outono e Inverno) distinguiam-se perfeitamente umas das outras. Mas quase literalmente a coincidir com metade da minha existência de há cerca de outras duas a duas décadas e meia a esta parte, de forma em parte continuamente gradual e em parte intermitente com picos de entre o dito normal e anormal, o facto é que as ditas alterações climáticas tem-se vindo a instalar, até chegar ao ponto em que por minha humilde, modesta, desde logo cientificamente insignificante observação própria e salvo pouco expectável inversão já pouco expectável, tão só com base na última meia dúzia de anos, face a tudo o que está comparativamente para trás, diria e digo que as alterações climáticas vieram e estão para ficar, inclusive e na mesma sequência de observação pessoal própria diria e digo mesmo que vieram e estão para ficar em crescente agravamento, até que ponto e/ou que nível de agravamento é que não faço antecipada ideia. Mas reiteradamente, com mais ou menos consecutiva, cimentada e crescente agravante das condições climáticas, de há cerca de duas décadas a esta parte, com especial ênfase para de há pelo menos cerca de meia dúzia de anos a esta parte em que regra geral deixaram de se distinguir as estações climáticas anuais, praticamente só havendo uma espécie de Verão e de Inverno, com um mediano denominador comum que é cada vez mais calor e mais seca; salvo sempre excepcionais picos atmosféricos no sentido invernoso e/ou veraneante, no limite mais tempestuosos do que o comummente natural, o que não raro e ao mais concreto nível invernoso, com por exemplo tempestuosos fenómenos (vento, frio e/ou chuva) muito localizadamente condensados no espaço e no tempo. Como seja que no mínimo o clima está contínua e crescentemente desequilibrado, incluindo o correspondentemente directo ou indirecto e mas também paralelamente crescente desequilíbrio natural geral.

 Ah! Claro, voltamos sempre ao relativamente comum ponto de: o que é que isso interessa se (ainda) há dinheiro na carteira ou conta no banco, se a água (ainda) corre na torneira e se o supermercado (ainda) está pejado de tudo o que necessitamos para sobreviver e até para muito mais que isso

Recordo-me eu na minha infância e parte da juventude, dalgum modo num tempo ainda muito significativamente pobre, no caso concreto a nível nacional, em que desde logo e tanto mais se ao nível rural as pessoas viviam essencialmente do que colhiam directamente da terra, em ciclos de cultura baseados num clima equilibrado. Além claro de que mesmo em meio urbano as pessoas também vivam e vivem do que a terra dá, ainda que neste último caso por intermédio de quem planta no campo e de quem intermediamente distribui e comercializa. Mas em qualquer dos casos dependia-se e contínua a depender-se directamente da terra e do clima. De entre o que ao nível urbano até posso minimamente entender que por defeito vivencial de tudo se adquirir em supermercados e afins, algumas pessoas do meio urbano dalgum modo e/ou em algum momento se esqueçam que todo e qualquer bem comestível provém do campo e/ou do mar, já seja por objectiva cultura humana ou por recolha directa, incluindo ainda com dependência do mediano equilíbrio climático ou natural geral. Mas o mais curioso é que até mesmo ao nível rural tem havido uma evolução enorme, desde logo no sentido de esquecer a proveniência dos bens comestíveis e de que a produção humana ou recolha directa destes últimos depende sempre duma ou doutra forma do mediano equilíbrio climático e natural geral. Isto talvez e por assim dizer, devido um certo enriquecimento do país, designadamente por inerência da adesão à Comunidade Europeia, em associação ao dito Estado Social, em que desde que haja alguém a produzir industrialmente o que se come e que como tal a matérias-primas, no caso de subsistência básica, não faltem nos mercados e nem o respectivo mínimo dinheiro na carteira para as adquirir, parece que até ao nível rural e salvo quando toquem dramática ou fatalmente a cada qual, de resto isso de alterações climáticas deixou de importar em grande coisa ou mesmo o que quer que seja. É que voltando à minha infância e juventude, toda a década de setenta e parte da década de oitenta do passado séc. XX, em que o clima ainda era minimamente equilibrado, desde logo chovia ciclicamente logo a partir do final do Verão, por vezes dias e até semanas consecutivas, o que era encarado com naturalidade e até abençoado. De resto bastava estar um certo tempo, algumas semanas consecutivas sem chover, como seja incomparavelmente menos que na actualidade, para logo a população transversalmente do Sr.º lavrador mais proeminente até ao mero produtor de subsistência própria se começarem a preocupar, o que no limite e para os mais religiosos dava até lugar a ditas novenas, a solicitar religiosamente água. Já actualmente, das cada vez mais raras vezes que chove ou seja ao literal invés de há poucas décadas atrás, basta agora chover dois dias seguidos, mesmo que de forma absolutamente moderada ou dita normal, para por um lado e inclusive ao nível rural não haver quem reclame do incomodo que é a chuva, logo e como seja que de preocupações com falta de água da chuva cada vez menos ou mesmo nenhumas, que em alguns casos até bem pelo contrário, assim seco, quentinho e limpinho é que está bom, pelo que então e por exemplo dumas tais novenas, mesmo para a/os mais religiosos nem se fala disso, coincidindo até mais com perguntar: novenas, o que é isso!?  

Seja que sem prejuízo de qualquer verdadeiro vendaval de chuva, vento ou frio fora de qualquer norma, de resto chegou-se ao ponto em que a/o mais comum e até rara/o momento de chuva e frio, incluindo ou não sustentável vento, é motivo para grandes prévios alertas mediáticos e respectivos posteriores reportagens mediáticas. Ainda ontem mesmo, face ao momento em que escrevo o presente (07/01/18) se fez uma reportagem televisiva no norte do país focada no frio Invernal, cujo grande resultado foi a população local dizer que era a coisa mais natural possível e que inclusive no corrente ano ainda sequer havia chegado a limites por ali natural e recorrentemente conhecidos. Como resumidamente seja, que ao menos a mim não me admira em absoluto que o clima esteja crescentemente desequilibrado e pró catastrófico, vulgo louco, porque no caso está de acordo com a mente humana, que acreditando-se ou não, a mente humana tem uma palavra fundamental em tudo isto para o bem e para o mal, que no caso e de momento tudo genericamente indica que acima de tudo para o mal. 

E já quecom tudo o que isso valha, só posso falar por mim, com base na minha experiencial observação própria, em associada ou dissociada ao que cientifica ou leigamente por ai se diz,  permita-se-me ainda acrescentar que:

Habituei-me desde sempre a ver os regatos, vulgo barrancos(*), como se diz aqui na minha terra, respectivamente as ribeiras, rios, etc., plenos de água logo a partir do inicio do Outono e não raro correntes até meados do Verão seguinte. Ao invés disso ser algo cada vez mais raro e diria mesmo que salvo excepcional pico climático, é cada vez mesmo mais impossível de ver. Sendo que a essas cheias de água de chuva correspondiam terrenos verteis e todo um vasto ciclo de vida natural, desde anfíbios, passando por aves, até aos respectivos mamíferos, connosco humanos no todo da cadeia. Em resumo e sem complicar descritivamente muito, mas como algo que me é especialmente sensível, ainda que para maior ou menor parte das restantes pessoas isso seja algo relativa ou mesmo absolutamente irrelevante, posso dizer que com as alterações climáticas pró global e medianamente cálidas e secas, pessoalmente apenas ao de leva constato e mas profundamente posso intuis que são também todos os naturais ciclos de vida natural afectados; por exemplo mesmo que a partir de agora e no corrente Inverno ainda chova o suficiente para por exemplo fazer correr minimamente os cursos de água naturais, só por certo que quando anti-naturalmente não choveu o suficiente até ao presente momento já invernosamente adiantado, ao menos parte dos ciclos naturais baseados no clima é já são absolutamente irrecuperáveis no corrente Inverno, porque essa eventual chuva, ainda não certa, já viria fora de tempo para certa fauna e/ou flora natural, logo com algum tipo ou nível de alteração nos ciclos naturais face à norma _ sendo este ultimo um dos casos em que por exemplo não é necessário ser-se muito inteligente e/ou oficialmente cientista para o constatar ou como mínimo intuir, basta ter-se um mínimo se senso comum. Isso falando nos ciclos naturais extra intervenção humana, mas respectiva e incontornavelmente sem excluir os próprios ciclos de produção agrícola (agro-pecuária, cerealífera, hortícola, etc.,) humana, enquanto directamente dependentes do clima natural e/ou mesmo que do artificial recurso a águas subterrâneas, mas em que se continuar a não chover o suficiente no espaço e no tempo até os recursos de água subterrânea em absoluto ou minimamente potável se esgotam e/ou se tornam cada vez mais difíceis e logo económico-financeiramente dispendiosos de alcançar.

E chegado aqui poderia continuar indefinidamente a desenvolver raciocino ao respeito, de resto fá-lo-ei ao menos pró vital, sanitária e subsistentemente de mim para comigo mesmo. Mas como não me quero tornar demasiado pesado ou desencorajador para o exterior, sendo que de momento já levo escritas quatro páginas A4, letra tipo Times New Roman, tamanho 12. Pelo que passo então a deixar o resto à consciência e respectivo raciocínio de cada qual, mas de entre o que apesar de e/ou até por tudo o que e como aqui substancialmente abordo com base nas alterações climáticas Globais e a nossa postura humana face a e para com estas últimas, acrescento ainda que desde logo sem absoluto prejuízo das pessoas que desde logo ao oficial nível científico se preocupam e divulgam o fenómeno com respectivos dados cientificamente objectivos, mas no caso dirigindo-me essencialmente aos mais comuns mortais como eu, digo conclusivamente que: para as pessoas a quem tudo isto das alterações climáticas é relativamente irrelevante e mas que ao menos na prática corrente não contribuem muito para essas mesmas alterações climáticas, que continuem assim, já todos nós demais tomemos mais, mesmo muita mais pró activa atenção ao fenómeno, de entre o que acima de tudo lamento profundamente os que mais efectiva/massivamente contribuem para essas mesmas alterações climáticas, mas que por interesses mais ou menos óbvios ou dúbios até desmentem essas mesmas e cada vez mais comummente constatáveis alterações climáticas, com todas as suas respectivas implicações na fauna e na flora natural e/ou na agricultura humana, em qualquer dos casos com genéricos reflexos (socioculturais, económico-financeiros e em suma vitais/existências, no limite catastróficos) em nós humanos, que neste último caso já se fazem e se farão cada vez mais sentir _ ainda que para muitos enquanto não lhes tocar directamente à porta, isso de alterações climático-naturais é mera falácia sem importância alguma; mas até nesta última sequência excluir ainda uns mais mesquinhos de entre nós humanos que tão só por intuírem uma qualquer mínima, média ou máxima degradação envolvente que os possa atingir, logo passam a um nível que se não sendo directamente suicida é pelo menos de gradual (auto) decadência própria, com reflexo envolvente, que são todos os que, com respectiva acção em conformidade, por exemplo e na melhor de entre as piores das hipóteses dizem coisas como: “eu quero é comer, beber e no fundo consumir... o mais possível, antes que esta m…. de mundo acabe!”, nalguns casos mesmo tendo filhos e netos, como seja com um futuro a prevenir e mas que se aliena _ humanidades, pelo melhor e pelo pior e para o bem ou para o mal, com entrecruzada influência no genérico meio humano e natural envolvente!

VB

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Conceptual...


...abordagem à seca climática, que aqui pela minha região contínua a inéditos níveis jamais vistos.

Numa imagem feita há cerca duma semana e preferindo eu que a mesma falasse e/ou fale por si só, também segundo quem a observa, no entanto oferecesse-me dizer que foi feita numa manhã de nevoeiro, após imediata dissipação deste último, no local onde fiz a foto.

Cujo, para mim, a inclusão do arame farpado e duma correspondente porção do tirante superior do respectivo aramado da rede de vedação no enquadramento, tem três significados base: primeiro e mais óbvio face à temática, é porque sustem umas gotas d'água, provenientes do nevoeiro matinal, como sinónimo da tão necessária água que não termina de aparecer de vez, em devida e natural quantidade adequada à época _ sendo que toda a chuva que por aqui caiu até ao momento se pode contabilizar precisamente como mero conta gotas, no caso objectivamente simbolizado nas gotas d'água suspensas no arame, cuja respectiva presença duma árvore, em perspectiva, sob uma dessas gotas, a funcionar como paralela desproporcionalidade de entre a necessidade d'água duma árvore e uma's mera's gota's d'água isoladas no espaço e no tempo, no caso a coincidir com a mais genérica necessidade de água, versos a inusitada seca climática, que até ao momento já incluiu todo o Outono e mais o que já levamos de Inverno _ sem prejuízo de que de repente até venha alguma tempestade, se acaso até fora da aceitável norma, como seja em proporcional inversão(*) à cada vez mais amiúde e contínua sequidão climática que se faz sentir, dalgum modo em todo o País e mas com especial ênfase aqui pela região Sul; segundo, numa foto que poderia ser apenas paisagística, de resto foquei a paisagem e não o arame, no entanto a presença do arame e tudo o inerente ao mesmo não permite concentrar plenamente o olhar na paisagem (minimalista), sem mais; terceiro, até pelo genérico simbolismo e inclusive pela objectivamente agressivo-separatista utilidade prática do arame farpado, no presente caso como que a marcar simbolicamente uma espécie de agressiva separação de entre o céu (clima) e a terra sequiosa!

Ah! E quanto à parcial teia de aracnídeo ancorada à própria farpa do arame, a brilhar em micro pontuado devido à mesma respectiva humidade matinal, é algo que, com o devido cuidado para não fazer cair as gotas do arame, eu poderia ter retirado fisicamente no local e/ou posteriormente em pós produção, sendo que neste último caso até cheguei a retirá-la, mas à última hora e salvo a edição monocromática, preferi publicar a realidade tal como a constatei no local, com tudo o que a mesma, incluindo a parcial teia de aranha possa implicar em termos objectivos e/ou simbólicos, dentro da básica temática em causa _ seca climática.

(*) Tudo como parte integrante das globais alterações climáticas, que determinadas personalidades com respectiva e consequente responsabilidade global preferem desacreditar!

Mas, a partir do que cada qual é livre de fazer a pontual ou global interpretação que naturalmente lhe for dado fazer, no caso já não só da foto mas também do que eu mesmo escrevi na sequência!

VB

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Dívida de gratidão


De momento partilho esta foto muito colorida _ que em parte e como tal tem pouco que ver com os (ainda!!!) ressequidos campos silvestres e agrícolas, ao menos aqui da região _ pelo que faço-o acima de tudo como pretexto para dizer que aquém e além de me sentir já em divida de visita virtual para com diversa/os de vós que compõem os meus ciclos aqui no Blogger e no G+, sinto-me até tanto ou mais ainda em divida comigo mesmo, pelo grato prazer que é visitar os vossos respectivos espaços virtuais, como algo que não pratico plenamente desde há significativo tempo. 

Daí que o que eu mais especificamente quero dizer é que, salvo imponderável não desejado, ainda durante o dia de hoje (03) ou o mais tardar de amanhã (04), desde logo com grato prazer de mim para mim mesmo, passarei a visitar os espaços de cada um/a de vós, pois que de momento e da minha parte não dá para (muito) mais!

VB  

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

BOM 2018


Ainda um pouco em final de ressaca da última transição de ano e antes de entrar na realidade mais comum, no melhor e pior desta última, resgato esta foto duma transição de ano mais antiga, mas que duma ou doutra forma se repete ano após ano, incluída a mais recente transição de ano. 

Com definitivamente reiterados votos de Bom 2018

domingo, 31 de dezembro de 2017

Balanço pessoal do ano, aplicado a esta minha existência virtual


Antes de mais, modesta ou imodestamente, compreendo que o que se segue, incluindo ou excluindo o meu fraco poder de síntese, é algo mais extenso e denso do que muitas pessoas estão naturalmente dispostas a ler, para o que neste último caso eu mesmo aconselho a ficarem-se pela foto e/ou a irem directamente para o último parágrafo. A partir do que:

Até como (pró) positiva projecção na transição de ano, desde que estando eu vivo, a ponto de estar a escrever o presente e a publicar mais uma foto, o meu respectivo balanço do ano pessoal é à partida relativamente fácil de fazer, na medida em que com mais ou menos trabalho, com mais ou menos saúde, com mais ou menos exposição à vida, no presente momento também por via aqui redes sociais virtuais, a minha grande base existencial sempre esteve, está e tudo leva a crer que continuará a estar ao respectivo nível da mais básica e imediata subsistência. Como seja sem muito mais expectativas de vida ou de futuro do que subsistir, desde logo organicamente, mais um inconstante e impermanente presente momento, isso sim da forma mais (pró) positiva possível, com sua correspondente projecção no imediato ou remoto momento seguinte. Logo tudo o que, da minha própria parte e/ou do meio envolvente a mim, não ponha prática e/ou literalmente em causa a minha própria subsistência, a minha respectiva existência está sempre dentro daquilo que se designa: normal. O que, dadas as circunstâncias, até ao presente momento e mais uma vez por tão só estar a escrever o presente, o respectivo global balanço que posso fazer do meu ano é precisamente o de subsistente normalidade _ que no que depender de mim e como pior das subsistentes hipóteses, assim será indefinidamente, desde logo e se sem inesperado contratempo de última hora assim é para encadear com o já imediatamente próximo 2018. Base em que poderia terminar já aqui este meu balanço pessoal do ano, o que como tal e inclusive como genericamente normativo em mim, dispensava até qualquer meu expresso balanço. Salvo que como em alguns outros momentos da minha vida, também no ainda corrente 2017, houve uma excepcional perturbação, que neste último caso estando dentro da norma, também teve e tem o poder de, pelo melhor e pelo pior e para o bem ou para o mal, fazer indeléveis alterações à norma, a partir do que até pró positiva, vital e/ou por si só normativa subsistência básica e imediata, a justificar o meu presentemente expresso balanço pessoal do ano, com descritivo desenvolvimento no seguinte:

Ainda que e/ou até porque dentro da (minha) subsistente normalidade geral, no entanto e por vezes há perturbadores momentos/acontecimentos que se podem considerar algo anormais, como seja com a potencialidade e/ou mesmo a efectividade desses momentos/acontecimentos marcarem um antes e um depois, no caso concreto na minha vida. Como foi a ocasional circunstância de a coincidir com meados do imediato passado Verão, eu me ter deixado cair, por assim resumidamente dizer, num estado anímico que em si mesmo e/ou em cumulação a equitativas experiências anteriores me impelia a reflexivo/contemplativo recolhimento, inclusive face aqui às redes sociais virtuais. Mas ao literal invés disso, ainda dentro desse mesmo estado anímico e inclusive no pico do mesmo, circunstancialmente com base num interessado estímulo externo, acabei por me expor duma forma e com relação a algo que não tem na prática muito ou mesmo nada que ver comigo, como seja expondo-me em explícito apoio a uma eleitoral candidatura político-partidária autárquica. Seja ainda que quando de mim por mim mesmo me sentia num momento que em nada me aconselhava a expor-me, bem mesmo pelo contrário me impelia a recolher-me reflexiva/contemplativamente a um nível até mais significativamente profundo que a norma, eis que vertiginosa/excepcionalmente, como se eu só pode-se existir através de algo e/ou de alguém externo a mim, acabei por de todo mais impulsiva do que reflectidamente me expor em nome dum interessado e solicito estímulo externo, isso sim política/socialmente legítimo, mas que nada tinha/tem que ver comigo, em suma uma excepcional anormalidade da minha parte, ainda que e/ou até porque dentro da minha pró subsistente normalidade geral.

A partir de que na medida do possível sem complicar descritivamente muito este meu balanço pessoal do ano, mas tão pouco deixando de descrever um pouco mais e melhor a atrás referida como excepcional anormalidade, dentro da minha genérica normalidade, como seja numa conjuntura algo complicada em si mesma e que engloba uma sequência existencial naturalmente muito mais extensa e complexa da minha parte do que cabe aqui; desde logo sendo justo comigo próprio, diria e digo que tendo por base a minha desde há muito confessamente assumida forma de pensar e de sentir, essencialmente (pró) humanista/universalista, que enquanto tal não excluí a vertente político-ideológica no seu todo, designadamente como parte integrante do próprio universo humano, no entanto tão pouco tenho comprometidamente muito ou mesmo nada que ver com nenhuma das unilaterais facções político-partidárias inerentes; logo por respectiva anormal inerência, após ter eu excepcional/atipicamente prestado explicito apoio a uma eleitoral candidatura político-partidária em concreto, independentemente de qual seja a sua base ideológica, teria agora de pró universalmente, em cada consecutivo acto eleitoral, passar a prestar equitativo apoio eleitoral a cada uma das restantes facções político-partidárias, dum literal extremo ao outro do respectivo espectro político-partidário e ideológico nacional, desde que eleitoralmente representado, aquém e além de seu assento parlamentar e/ou de sua concreta execução política nacional e autárquica ou não _ independentemente ainda dalgumas dessas facções político-partidárias serem mais humanistas/universalistas em si mesmas ou não. Mas que não sendo este último caso, de meu consecutivo apoio eleitoral a todas e cada uma das facções político-partidárias em jogo, em a cada respectivo acto eleitoral, algo eticamente viável e/ou razoavelmente sensato em si mesmo; até porque além de eu próprio já não estar numa fase de fragilidade anímica, por exemplo susceptível a entusiasmos ou a desentusiasmos envolventes, tão pouco conviria a cada uma dessas facções político-partidárias terem um momentâneo e circunstancial apoiante tão político-partidariamente ambíguo e/ou ideologicamente abrangente quanto o meu _ ainda que até pela minha confessa vertente pró humanista/universalista eu me identifique mais com o espectro político-partidário dito centralista, na media em que ao menos em teoria é política, social e por si só universalmente mais abrangente. Mas, que ainda assim, nem este último "centrão político" com as suas virtudes e os seus defeitos me inspira ou motiva a prestar-lhe explicito apoio, que salvo excepção não desejada, por respectiva confessa norma nem sequer me motiva ou inspira ao mais básico e secreto voto político-partidário. Cuja uma excepção não desejada, seria por exemplo a eminência de eleição dum qualquer "trump" da política nacional devidamente identificado e/ou identificável logo à partida, caso que em circunstancias normais da minha parte, jamais excluirei a democrática possibilidade de votar numa alternativa a um exemplar do género referido atrás, mas aí e da minha parte também coincidirá mais com votar contra do que votar por, pelo que em respectivas circunstancias políticas, ditas de genericamente normais, eu prefira abster-me até do mais elementar e secreto voto político-partidário democrático _ pois que virtudes e defeitos todos têm, política e extra politicamente, daí que da minha unilateral parte, não sei se mais como defeito ou como virtude, por genérica e normativa regra democrática estou disponível a aceitar as escolhas das maiorias, sem natural prejuízo de eu intervir responsável e consequentemente à minha modesta medida, se e quando ache ou sinta necessidade, como por exemplo ao expor-me como agora aqui o faço, incluindo ou excluindo o voto político-partidário. Que neste último caso e da minha normativa parte costuma coincidir com auto exclusão do voto político-partidário. Sendo basicamente esta a minha grande posição política de fundo, até porque salvo extraordinária evolução, positiva ou negativa, da minha parte e/ou do meio envolvente, designadamente do meio político-social, de resto e tal como assumi logo ao início, sendo a minha normativa base existencial própria ao nível da mais básica e imediata subsistência, coincidente com ter de recorrente/frequentemente me (re)adaptar a circunstâncias muito diversas ao nível da vida corrente, até porque por exemplo não tenho estabilidade ou sequer diferenciação profissional; daí que (re)adaptar-me também às circunstancias políticas é um mero pormenor.

Pelo que na circunstancia resta-me auto assumir e de respectivamente viver com o estigma de no último acto eleitoral autárquico ter apoiado explicitamente uma eleitoral candidatura político-partidária em concreto, no fundo tomando partido, contra tudo o que foi, é e no que depender de mim continuará indefinidamente a ser a minha essencial/subsistente norma própria. Em que tão mais estigmativamente ainda quanto, desde o momento em que acedi prestar esse excepcionalmente explicito apoio eleitoral a uma determinada candidatura político-partidária e até ao momento da própria votação, acabou por haver uma sequencial sucessão de causas, efeitos e consequências, de entre intrínseca/os e extrínseca/os a mim, que em qualquer caso e num meu (quase) absoluto distanciamento prático face a essa sequencial sucessão, terminou em conjuntural resumo por abonar positiva e coerentemente muito pouco ou mesmo nada em meu favor _ aliás ao colocar o meu nome e a minha cara, em mera cedência a uma solicitação externa como eu fiz, no caso concreto face a uma eleitoral candidatura político-partidária, com toda a devida responsabilidade política, social e em si mesma eleitoral inerente, sem colocar absolutamente algo mais da minha parte, como por exemplo: convicção, paixão, activa entrega e/ou por si só consciência político-partidária própria, salvo na embalagem desse meu explicito apoio e mas por via destes meus escritos basicamente apartidários, eu ter colocado algum meu espírito critico relativo a determinadas práticas menos dignas dalguns políticos, como por exemplo um significativo cinismo eleitoralista que coincide pouco ou nada com a sua prática quotidiana pré e pós eleitoral; ainda que acabando essas cínicas práticas político-partidárias pró eleitoralistas por serem mais ou menos transversais a elementos de todas e de cada uma das diversas facções político-partidárias, incluindo aquela que eu apoiei, como tal e por norma, inspirando-me mais a não prestar explicito ou absoluto apoio a qualquer das facções em causa. Daí que ao ter eu apoiado uma dessas facções, por minha mera cedência a uma interessada solicitação externa, ao invés de como outras diversas equitativas solicitações de que fui sendo alvo ao longo dos anos, inclusive por parte desta mesma facção político-partidária aqui em causa, entre outras, mas que em todo e qualquer caso sempre fui rejeitando, no entanto eis que desta vez e sem mais substantivos motivos para aceitar do que em qualquer outro momento, acabei mesmo por anormativa excepção aceitando prestar este último apoio, por assim dizer como se eu não tivesse crer, pensar, sentir ou existir próprio, aquém e além da própria solicitação externa a mim, não podia mesmo abonar muito em meu favor. De resto e apesar de em meio rural, relativamente pouco povoado, eu não conhecia em absoluto o candidato ao município; não tinha afinidade pessoal, social e menos político-partidária com o candidato à freguesia; salvo algumas entusiasmadas notas da pessoa que me solicitou apoio, com esta última integrante da candidatura à freguesia, de resto à partida eu não conhecia a fundo o programa, nem a respectiva lista eleitoral da candidatura que apoiei; no fundo limitei-me confessamente a ceder ao, legitimo, entusiasmo de quem me solicitou apoio, num momento de meu nulo entusiasmo próprio face ao que quer que fosse. Logo pouco ou nada coincidente com uma visão política e/ou sequer partidariamente abrangente da minha parte, desde logo como devido a quem se presta a apoiar explicitamente uma eleitoral candidatura político-partidária, qualquer que ela seja, daí que só não peço perdão à candidatura que apoiei, porque apesar de entretanto eu lhes ter demonstrado as minhas muitas resistências a apoiá-la, no entanto parece que para os seus integrantes o importante era o meu explicito apoio, independentemente do que mais fosse ou deixasse de ser. E ainda que sabendo eu à partida e de mim para mim mesmo que isso não estaria correcto, sem mais, o facto é que acabei mesmo prestando esse apoio, isso sim na condição de designadamente escrever ao respeito, o que fui fazendo desde um primeiro momento, inclusive com expressão aqui nas redes sociais virtuais, como por si só no Facebook. De qualquer modo, remetendo-me como tal e inclusive cautelarmente ainda mais para uma dimensão de reflexivo/contemplativo recolhimento próprio; salvo claro as, por si só, devidas compensatórias excepções como por exemplo as já imediatamente atrás referidas expressões escritas relacionadas, culminando de momento neste explicitamente exposto balanço do meu próprio ano pessoal, enquanto balanço em si mesmo já derivado do meu reflexivo/contemplativo recolhimento possível, em especial nas últimas semanas e dentro das genéricas circunstâncias em causa. 

Global sequência de que como auto resumido balanço pessoal do meu ano próprio, está o facto de que dentro da excepcional anormalidade descrita atrás, em especial a partir de meados do imediato Verão passado, como que, por assim dizer, tenho andado algo significativamente mais perdido do que a genérica norma, designadamente de entre necessidade de recolhimento reflexivo/contemplativo, versos complementar/compensatória necessidade de me expor à vida, no presente caso via aqui redes sociais virtuais _ de resto a minha original adesão a estas últimas derivou por si só dum meu relativamente longo e profundo recolhimento reflexivo/contemplativo, com subsequente resultado na minha pró reestruturante expressão escrita e pró lúdica expressão fotográfica, ainda que com prioritária e substancial prioridade à escrita. Sequência de que com este meu presente balanço pessoal do ano, exteriorizado por via desta minha mais pró reestruturante forma de expressão e existência escrita, isso sim complementada aqui plasticamente pela minha mais pró lúdica expressão e existência fotográfica, neste último caso fazendo ainda jus a este meu espaço virtual (blog) de origem e essência pró fotográfica, mesmo que no presente caso com base numa foto "curiosamente" feita na madrugada de 31/12/2015 para 01/01/2016, dado que, salvo alguma que outra pontual excepção, nos últimos tempos,  já meses a esta parte, a minha disponibilidade interior para a fotografia tem sido praticamente nula; mas em qualquer caso e mesmo que com base numa foto mais antiga, sem ainda prejuízo de minha recorrente intermitência de entre estar presente e ausente aqui deste expositivo meio virtual, em conclusivo resumo final creio estar de momento, também por via do presente com tudo o que em trouxe ao mesmo, a reentrar na minha mais genericamente normativa dimensão existencial própria, aquém e além de mais ou menos inevitáveis e marcantes anormalidades de excepção, por si só neste último caso subjacente a estar-se normativamente vivo, o que enquanto tal espero, desejo e necessito assim seja indefinidamente, como meu definitivo balanço pessoal do ano.

Cujo sem prejuízo de quem mais de bem seja, mas sempre com especial ênfase para os meus ciclos aqui no Blogger e no G+, acima de tudo ficam os meus votos dum excelente 2018 _ que por mim regressarei aqui de forma fotograficamente renovada e interactivamente disponível, tão breve e plena quanto possível!... 

VB   

sábado, 23 de dezembro de 2017

Luz "guia"


Até pela dinâmica sociocultural associada, não me referindo aqui à vertente comercial mas sim à reunião das famílias, aquém e além da incontornável vertente religiosa, por experiência própria reconheço haver uma especial magia nesta quadra natalícia. O que pelo melhor deve corresponder e corresponde a alegria, mas que pelo pior pode corresponder e quando acaso corresponde a tristeza até amplificada! 

Anterior sequência de entre a que salvo precisamente ao nível da oportuna reunião da família mais próxima, que no caso da minha família há já anos não é um reunião familiar plena nesta fase natalícia, a partir de que de resto também jamais tive por hábito próprio celebrar estas quadras festivas (Natal, passagem de ano), começando logo pelo meu próprio aniversário; no entanto em nome de quem costuma celebrar mais activamente estas quadradas festivas, desde logo dentro da muito globalmente grata e honrosa comunidade  que compõe os meus círculos aqui no Blogger e no G+, tão pouco deixa de ser com sentido prazer que vos desejo Boas Festas e mais imediatamente um feliz e santo Natal!

...com pedido de perdão por não passar pelo espaço de cada um/a de vós, no caso limito-me a partilhar o presente com conjuntural extensão a toda/os vós! 

VB 

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Invertido contraste climático...

    Novembro 2014

    Dezembro 2017

Entretanto já choveu e estou em crer que choverá razoavelmente (muito) mais _ mal será se assim não for!

Mas, no meu quase meio século de vida própria é a primeira vez que me recordo de na proximidade temporal de meados do mês de Dezembro não estar já todo o campo silvestre e agrícola verdejante. 

VB